Como o sistema de votação brasileiro coloca à prova a credibilidade de Bolsonaro

No final de 2019, Jair Bolsonaro iniciou sua defesa pelo retorno da votação por cédulas de papel, com base em indícios que ele mesmo levantou durante a contagem dos votos na eleição de 2018. Em março deste ano, a história voltou a ganhar visibilidade, mas, desta vez, com supostas provas concretas.

“Eu acredito, pelas provas que eu tenho nas minhas mãos, que vou mostrar brevemente, eu fui eleito em 1º turno. Mas, no meu entender, houve fraude. Nós temos não apenas uma palavra, nós temos comprovado. Nós temos que aprovar no Brasil um sistema seguro de apuração de votos”, foi a fala do presidente à imprensa, em Miami, nos Estados Unidos, destaca o advogado em membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), Renato Ribeiro de Almeida, em artigo publicado na coluna do jornalista Fausto Macedo, no Estadão.

Pois bem, Bolsonaro agora tem que provar suas acusações. A Justiça deu prazo para que o atual presidente apresente provas contra um sistema que, em mais de 20 anos de utilização, apesar dos boatos, nunca houve um único caso de fraude em eleição.

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